quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Refutação #1: Suicídio nas Torres Gêmeas

Neste post irei refutar alguns comentários feitos em um post de um blog chamado "Paulo Lopes". O post trata sobre o suicídio de uma pessoa durante o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. O post em questão pode ser acessado clicando aqui.

"Deus benevolente não mandaria este homem para o inferno por se matar."

Antes de tudo, aconselho ler o post Pecado e Inferno. Antes de se falar sobre algo, deve-se saber sobre o que se fala.

A ideia da pergunta tratada no post se baseia nesta imagem, um homem se atirando do prédio atingido pelo avião em 11 de setembro de 2001. Basicamente, o que entra em discussão é se a pessoa que se matou nesta foto foi mandada para o inferno por Deus ou não. Nos comentários do post, as falácias são abundantes, terreno fértil para uma pessoa como eu, interessada em mostrar-lhes o lado que eles não conhecem da história. Ou talvez que eles não queriam conhecer, ou ainda que eles fazem de conta que não existe.

É simples. A falta de conhecimento dos ensinamentos Cristãos fazem as pessoas descrentes dizerem absurdos e relacionar esses mesmos absurdos à Igreja. Há uma deturpação dos ensinamentos do cristianismo, assim como convém para os neo-ateus. Vamos para o primeiro exemplo:

Exemplo #1:

O suicídio por vezes é a única alternativa de quem não tem mais saída alguma - ou não consegue pensar em uma. E, mesmo que seja falta de coragem de enfrentar problemas sérios, quem somos nós para determinar se alguém é obrigado a continuar vivendo uma m**da de vida se a própria pessoa NÃO quer? F***m-se as religiões!
Primeiramente, o acusador usa de um mito comum entre os neo-ateus, o mito da Religião Autoritária. O suicídio é causado por um distúrbio psicológico sério, não são somente as religiões que lutam contra a prática do suicídio. Sem contar que, ao final do parágrafo, ele usa de um xingamento baixíssimo, sem nenhum motivo.
É muito fácil nós aqui, bem alimentados e satisfeitos no conforto da poltrona, julgar um suicida como covarde, fraco e etc.
Não é este o caso específico, mas alguém aí acha que o homem que se jogou foi covarde por preferir morrer estatelado no chão? Ele deveria ser "corajoso" e esperar as chamas consumi-lo vivo?
Ninguém julgou em nenhum momento o suicida, nem o chamou de covarde ou fraco. Aliás, o julgamento do outro é algo repudiado pelas religiões em geral.
Não existe inferno; não existe paraíso; não existe céu. Pare de se iludir, admita a realidade. É uma porcaria, mas é tudo que temos.
Aqui o neo-ateu faz afirmações muito sérias. Porém em nenhum momento ele aponta evidências ou provas.Falar assim qualquer um é capaz de falar. Ainda diz "pare de se iludir, admita a realidade", uso claro da técnica Ateus são fortes, teístas são fracos. Sem contar que, ao final do texto, demonstra uma visível revolta contra a própria vida. Refutado.

Exemplo #2:

VALE LEMBRAR QUE ?
as 3 mil pessoas mortas no 11 , fora as milhares fora dele , tooooooooooooodas foram mortas em nome de DEUS.......por causa da religião imbecil e por causa da GIBIBLIA 
ALAH pros muçulmanos vem de EL , ELOIM , o nome primitico de DEUS dos habitantes do oriente médio qdo surgiu a lenda....
tá, e daí......
a historia é a mesma da gibiblia no alcorão , as mesmas b*stas de adão e eva , os mesmos personagens so que com nomes em arabe :
abrão vira ibraim , deus vira ala etc 
aham, e daí......
PRA VCS TEREM UMA IDEIA de como a RELIGIÃO é boa pro mundo.....
Bom, tirando a parte que ele tenta mostrar que sabe de teologia, o argumento INTEIRO é baseado na técnica Religião só causou guerras e morte. Sei que não é válido fazer isso, mas Mao Tsé Tung matou mais de 70 milhões, não é? Pra você ter uma ideia de como o ATEÍSMO é bom para o mundo. Refutado.

Exemplo #3:

Eu acho suicídio fraqueza e covardia, quando praticado por quem pode viver e não o faz por ficar se lamentando em vez de lutar. Se há a possibilidade de sobreviver, deve-se lutar até o fim.
Mas no caso de um cara que vai morrer queimado, soterrado, asfixiado, ou outra forma horrível e dolorosa, mais vale mesmo acabar logo com o sofrimento, já que não há esperanças de sobreviver, e nesse caso não há nada a ser condenado. As religiões condenam pelo que já foi dito aqui, para não perder sua fonte de renda.
É, até que no começo você estava no caminho certo. Pena que no final você descambou na ultima frase. Basta ler o CIC (Catecismo da Igreja Católica), no parágrafo 2282, que diz o seguinte: "Distúrbios psíquicos graves, a angústia, ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida". Ou seja, a Igreja Católica não condena o suicídio do caso mostrado na foto. Porém não posso discordar que há "religiões" que fazem de tudo para manter seus sócios (ou fiéis, se preferir) contribuindo fielmente, porém não falo por elas.
Muito boa a mensagem, afinal, o deus cristão, segundo suas regras, mandaria esse homem direto para o inferno. Que raio de deus bondoso é esse, que prefere que um de seus "filhos amados" sofra queimando/asfixiando/sendo esmagado, sem absolutamente nenhuma necessidade?
O deus cristão é insano e cruel.
É tudo uma questão de deturpação do significado. Aqui o neo-ateu radicaliza mostra que não conhece nem um pouco das "regras" do Deus cristão. Ele muda totalmente a definição de Deus para algo que ele "acha" que é o Deus cristão, sem conhecimento nenhum sobre o que as religiões diriam sobre o fato. Se o neo-ateu desinformado desse comentário lesse o CIC no parágrafo 2283, veria o seguinte: "Não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar". Ou seja, de acordo com os parágrafos 2282-83 do CIC, a Igreja Católica não condena a prática de suicídio como a do caso desta foto. Porém é fácil para qualquer pessoa falar sem ter nenhum tipo de conhecimento e dizer essas inverdades como as vistas acima.

Exemplo #4:

Se o papa estiver certo este homem que pulou foi para o inferno.
Na verdade, não. O homem que pulou, de acordo com os ensinamentos Católicos (que provavelmente a comentarista não conhece nem um pouco), pode sim alcançar a salvação. Basta ler os parágrafos 2282-83 do CIC. Mas é pedir demais para uma pessoa que quer somente difamar sem antes conhecer. Lamentável.

Exemplo #5:

Os argumentos da Bíblia foram elaborados para conduzir o povo como se fosse um rebanho, ou seja, animais de pasto que não podem fazer escolhas livremente. Daí os líderes serem chamados de pastores. 
Bem, isto se trata de um mito muito comum chamado de Estereótipo do Religioso. Dá até medo quando alguém diz isso, "Ah, religiosos não pensam por si mesmos, eles não sabem fazer suas próprias escolhas, só fazem o que a igreja manda". Isso não passa de um mito, já refutado no post do Estereótipo do Religioso, misturado com a velha técnica Ateus são inteligentes, religiosos não.
A Bíblia e livros semelhantes, são alegorias para controle social, que tomam como modelo a Pecuária, ou seja, a criação, condução e aproveitamento econômico de animais.
Ah é, não podia faltar, a velha técnica da Dominação Social. Tava faltando essa. Mas já foi refutada antes no post.

Espero que tenham aproveitado bem as refutações. Detectem as fraudes intelectuais dos comentaristas, é simples, basta ler com atenção. Abraços, até o Refutação #2!!!

Mito da Dominação Social

Mais um mito que merece ser esclarecido. Religião foi feita somente para ser um instrumento de dominação social. Entretanto, como diz o título do post, se trata de mais um mito. A crítica pode vir nesses termos:

Neo-ateu - A religião foi algo inventado só pra manter o povo na linha.

Os erros são fáceis de serem encontrados e assim refutando o argumento. O primeiro deles é que o argumento se trata de uma falácia genética, aliás, uma grande enorme gigantesca falácia genética. Você pode ler mais sobre isso no post Religião é só algo cultural. Neste post há um vídeo do doutor William Lane Craig explicando o que é uma falácia genética. Basicamente se trata da tentativa de invalidar uma crença a partir de como se chegou a acreditar nela.

O segundo erro no argumento é um fato histórico. Se o objetivo dos primeiros líderes cristãos era dominar o povo e se aproveitar de sua boa fé, sinto dizer, mas eles eram bem ruins nisso, pois fizeram exatamente o oposto. Citando Jesus Cristo, Paulo de Tarso e Simão Pedro, os primeiros principais líderes do cristianismo, todos eles morreram de forma trágica. Jesus foi cruelmente crucificado (todos sabem bem), Paulo foi decapitado e Pedro foi crucificado, só que de cabeça para baixo. Acredito que alguém seria incapaz de morrer por uma mentira que tenha inventado. Paulo e Pedro não iriam morrem à toa, por uma mentira, e é muito difícil se provar o contrário.

O terceiro erro é que o argumento também é um ad consequentiam, ou seja, uma falácia de apelo às consequências. Basicamente se trata da tentativa de anular uma crença apontando suas consequências desagradáveis.

O quarto erro são as controvérsias desse argumento. Por exemplo, os EUA é um país com maioria religiosa e é um país onde não se pode dizer que há um "controle de massas". A Itália é um país com maioria esmagadora de Católicos, e duvido que alguém diga que é um país onde há dominação social. Em contrapartida vemos países como China, Coréia do Norte, Cuba e Venezuela que controlam jornais, TV, internet e mantém forte repressão sobre o povo. Proíbem inclusive a manifestação religiosa, são nações declaradamente ateias. E aí, quem é o povo reprimido e controlado?!

Basta um pouco de estudo filosófico e histórico para compreender que esse argumento é incapaz de invalidar a crença cristã.

Pecado e Inferno

Este post tem apenas como objetivo esclarecer definições que são constantemente deturpadas por ateus a fim de atingirem seus objetivos. Muitas vezes nem os próprios religiosos não conhecem o que os seus ensinamentos dizem sobre pecado e inferno (e sobre várias outras coisas também) e saem por aí falando besteiras sem tamanho. Segue uma explicação sobre o que é pecado e o que é o Inferno. Aproveitem!

Pecado - Uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta. É uma livre escolha por se afastar de Deus. Tudo aquilo que fere a nossa alma ou a alma de nossos próximos. Não adianta procurar uma outra palavra para essa realidade, seria inútil. O pecado não ofende a Deus diretamente, mas ofende sua Imagem e Semelhança, assim o ofendendo de maneira indireta.

Há duas classificações para pecado: pecado grave e pecado leve.

Pecado grave (ou mortal) - Uma palavra, pensamento, omissão ou atitude que por si só seja carregada de maldade, onde a pessoa que a comete sabe exatamente o que está fazendo, sabe que o que está fazendo é errado, e mesmo assim o faz.

Pecado leve (ou venial) - Quando uma ou mais das condições apresentadas acima não existe ou está incompleta.

Por exemplo, uma mulher roubou um pedaço de carne em um mercado. Caracteriza um pecado grave, pois a mulher fez algo ruim (roubar), sabia o que estava fazendo, sabia que era algo ruim e mesmo assim o fez. Agora imaginemos que esta mesma mulher roubou este pedaço de carne para alimentar seus filhos pois não tinha dinheiro para comprá-la, caso contrário seus filhos morreriam de fome. A culpa diminui consideravelmente, mas ainda existe. Isto caracteriza um pecado leve, pois mesmo sabendo o que fazia, a mulher não estava cometendo uma atitude por maldade, mas por necessidade.

A Igreja é muito mais versátil do que os mitos por aí dizem. Agora analisemos a definição de Inferno:

Inferno - De acordo com o CIC (1033): "Morrer em pecado mortal sem ter se arrependido dele e sem acolher o amor misericordioso de Deus significa ficar separado do Todo-Poderoso para sempre, por nossa própria opção livre. E é este estado de auto-exclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados que se designa com a palavra inferno."

Ou seja, Deus não manda ninguém para o inferno, somos nós que escolhemos se queremos ir para o inferno ou não. E tirem aquela ideia infantil da cabeça de que o inferno é um lugar cheio de fogo onde as almas pecadoras queimam eternamente. Isto de fato não existe. Inferno é a total auto-excomunhão da pessoa com relação a Deus e ao seu projeto. Deus nos criou na total liberdade, tanto para acolhe-lo como para rejeitá-lo. Até mesmo se quisermos viver o inferno nós viveremos, pois Deus não nos obriga a nada.

Mito da Religião Autoritária

Este é um mito comum entre os neo-ateus. Quase todos eles acham erradamente que a prática religiosa obriga.
Pode surgir em uma conversa da seguinte maneira:

Neo-ateu - Os religiosos são todos obrigados a fazer o que a sua religião manda, se não fizerem vão para o inferno. A religião é algo autoritário, tirano, que não deixa você agir do jeito que você quer, mas do jeito que eles querem que você aja.

No trecho acima, pode-se também encontrar traços da técnica Ateus são fortes, teístas são fracos.

Porém isto é uma mentira, por diversos motivos que serão citados agora:

- Se trata de uma generalização, e toda generalização pode conter erros. Basta ler um pouco sobre Sofisma de Acidente.

- Algumas "religiões" são autoritárias de fato, não podemos negar, porém não se pode condenar o todo por uma parcela pequena. Leia mais neste post.

- A boa prática religiosa não obriga em nenhuma circunstância, mas aconselha. A própria Bíblia diz que somos livres para fazer o que quisermos, mas nem tudo vale a pena. Isto é, a Igreja não nos obriga, mas aconselha o que vale a pena ou não e porque. Entretanto a palavra final será sempre nossa, logicamente a consequência e a responsabilidade da escolha também.

- CIC (Catecismo da Igreja Católica) parágrafo 160: "Para que o ato de fé seja humano, o homem deve responder a Deus, crendo por livre vontade. Por conseguinte, ninguém deve ser forçado contra sua vontade a abraçar a fé. Pois o ato de fé é por sua natureza voluntário."

Existem sim as "religiões" autoritárias, que são abordadas no post Qual Religião é a Certa?. Recomendo a leitura deste post para maior compreensão do tema tratado. Desmistificado!!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A inconsistência da Teoria da Evolução

A Teoria da Evolução, de Charles Darwin, é uma ideia que vem dominando a ciência por mais de 150 anos. A ideia é boa, e provada em pequena escala, porém possuí suas falhas. Algumas dessas falhas são abordadas nesse documentário que está no link ao final do post. Entre elas estão a impossibilidade da evolução nos complexos irredutíveis (assista o documentário inteiro para entender do que se trata) e a impossibilidade da evolução sem a prévia existência da célula primária.


A teoria não é completamente inútil, alguns aspectos em pequena escala podem ser aproveitados, mas a teoria é insuficiente para explicar a origem da vida, como muitos cientistas afirmam. Essa inconsistência é provada, por exemplo, pela falta de informação dentro da própria teoria sobre a célula da origem da vida. Ou seja, a teoria só funcionaria se a primeira célula originária da vida já existisse, caso contrário a teoria cairia por água abaixo, como diz o próprio Darwin em um trecho do documentário.


Assistam o documentário, separado em sete vídeos, que fala sobre as falhas da Teoria da Evolução de Charles Darwin. Aqui fica claro que a teoria não é suficiente para explicar a origem da vida. Ainda explica que o Design Inteligente não é algo anti-científico e é muito mais satisfatório intelectualmente do que a teoria da evolução, que por sua vez, explica pequenas modificações nas espécies, mas não explica a origem da vida.

Os vídeos estão a seguir no link, já em ordem na playlist para serem vistos em sequência. Bom proveito!!!




Desafio Divino

A técnica que será tratada hoje é conhecida como Desafio Divino. Muito comum por aí, é uma técnica que passa perto do ridículo, mas ainda sim continua sendo usada.

O conceito é básico. O neo-ateu propõe um desafio para Deus, e se Ele não conseguir cumpri-lo, concluí que Ele não existe ou que não é onipotente. Pode se seguir da determinada maneira:

Neo-ateu - Ah, então se Deus existe Ele é capaz de vir aqui e quebrar meu dedo. É uma tarefa fácil para Ele, já que Ele é onipotente. Aí se Ele não conseguir quer dizer que Ele não existe. Será que Ele vai conseguir?!

Essa técnica também tem suas variações. Pode também ser chamada de técnica do Deus Call-center ou Deus fast-food, pois exige uma resposta instantânea de Deus, caso contrário Ele não existe. Ou seja, um comportamento absurdo normalmente encontrado da seguinte forma:

Neo-ateu - Se Deus não fizer isso que eu quero Ele não existe!

Ou também desta forma:

Neo-ateu - Ah, então se Deus existe que Ele apareça aqui agora pra mim e me prove que Ele existe!

As variações são muitas, mas a essência é a mesma. O erro contido nessa técnica é simples. Poder fazer tudo não significa ter que fazer tudo o que se pode fazer. O que o neo-ateu quer dizer é que se Deus pode fazer, então Ele tem que agir, o que não é verdade necessariamente. Deus tem razões suficientes para não atender a provocações como essas. Um motivo apenas basta para que o ateu fique sem argumentos perante sua refutação.

Poder fazer determinada coisa não significa necessariamente ter que fazer determinada coisa. Se Deus tiver uma razão moral que seja para não atender a provocação do ateu, o argumento já é falho. E o ateu foi infeliz mais uma vez na tentativa de "provar" a inexistência de Deus.

Neo-ateu - Ah, então se Deus existe que Ele apareça aqui agora pra mim e me prove que Ele existe!

Teísta - Infelizmente, Deus não é obrigado a atender as suas provocações. E isto não afeta em nada a nossa discussão do ponto de vista filosófico.

Neo-ateu - Mas se Ele pode fazer então Ele deve fazer. Por que Ele permite então que eu faça campanha contra Ele? Não é o objetivo Dele que todos O conheçam?

Teísta - Qualquer razão moral que Deus tenha para não atender a sua provocação já torna seu argumento falho. Afinal, Deus não é gênio da lâmpada, não é obrigado a atender seu desejo de maneira inconsequente. E quanto ao fato de você fazer campanha contra Ele, talvez o livre-arbítrio seja uma resposta convincente. Sem contar que existem várias maneiras de se conhecer a Deus, sem que seja por meio de desafios e provocações infantis.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Problema do Mal

Uma das técnicas mais usadas pelos neo-ateus é a do "Problema do Mal". Sem delongas, William Lane Craig explica no vídeo que é muito difícil para um neo-ateu conseguir um bom argumento partindo desse princípio antiquado.

O problema do mal é um dos argumentos mais usados (se não o mais usado) pelos neo-ateus para defender sua posição. É embasado em uma simples pergunta, que normalmente tem fundo emocional muito grande e, nos raros casos em que é feita de forma inteligente, é facilmente refutável. Já é considerada uma técnica ultrapassada e resolvida por muitos filósofos, tanto teístas como ateus, entretanto ainda há muitos que usam dela para tentar provar a impossibilidade ou improbabilidade da coexistência do sofrimento e de Deus.

Neo-ateu - Se Deus é infinitamente bom e poderoso, como Ele permite tanto mal, dor e sofrimento no mundo?

Além disso, a velha retórica e o apelo emocional constantemente utilizado pelos ateus é desmascarada facilmente nesses poucos minutos de vídeo. Neo-ateus que se dizem inteligentes e racionais ficam rapidamente sem argumentos lógicos inteligentes e partem para a ridicularização. Isso acontece muito frequentemente.

Ainda há um "bônus" no final do vídeo, onde Craig aponta de maneira rápida o maior "argumento" ateu: a ridicularização. O vídeo fala por si só, não preciso explicar no post. Assistam!!!


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