quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Canalhice da ATEA


A ATEA, nossa velha conhecida, atacou novamente com uma imagem pra lá de desrespeitosa retratando o menino sírio que morreu afogado. A imagem do pequeno menino morto na areia da praia emocionou muitas pessoas pelo mundo, mas a ATEA não respeitou a dor, nem da família, nem de ninguém, e usou o acontecido para promover sua causa diabólica.

Segundo a ATEA, Deus é um canalha por "deixar" o menino morrer. Honrados são eles, que usam do pesar alheio para promover sua doutrinação neo-ateísta para adolescentes revoltados.

As contradições do novo ateísmo militante, mais uma vez, falam mais alto. A ATEA é uma organização de ateus, ou seja, pessoas que não acreditam na existência de Deus, mas que mesmo assim O culpam por todas as desgraças que acontecem no mundo. É mais ou menos assim: Deus não existe, mas Ele é o culpado pelo mal no mundo.

Ainda não consigo entender como um ateísta militante pode falar em mal ou em bem, em coisas boas ou coisas más, sendo que não há fundamento para uma moralidade objetiva dentro da cosmovisão ateísta. Para os materialistas ateus, não há nada além da matéria, então a moralidade não passa de uma ilusão, ou no máximo de uma convenção social que nos favorece. Se isso realmente for verdade, então não é possível dizer que o que aconteceu com o garotinho sírio foi uma coisa ruim, uma desgraça, uma fatalidade, nem nada disso.

Sem Deus não há moralidade objetiva, e se não há moralidade só nos resta a indiferença. Duvido que alguém tenha olhado para a fotografia do menino sírio e tenha sentido indiferença. Não foi o que pareceu, já que a quantidade de compartilhamentos das imagens mostram um compadecimento quase universal.

Como se não bastassem essas contradições, a ATEA usa desses artifícios baixíssimos de propaganda para trazer mais e mais jovenzinhos revoltados para a sua causa, que acabarão por financiar as propagandas seguintes por meio do "dízimo da ATEA". A mesma organização que critica as religiões por levantar fundos através do dízimo, que chama os fiéis que contribuem livremente com seu dinheiro de "crentelhos burros", também pede dinheiro aos seus "fiéis" para espalhar o ateísmo. Curioso, no mínimo.

Isso tudo me faz lembrar das antigas campanhas que marcaram a imagem da ATEA num passado recente, com imagens de Hitler e tudo mais. Quem quiser ler mais sobre o assunto, basta clicar aqui.

Escrevi sobre essa campanha da ATEA em 2011. Quatro anos se passaram e nada mudou. A ATEA continua pueril e ardilosa. Como dizem: algumas coisas não mudam.

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